segunda-feira, 6 de agosto de 2012

7 sofrimentos típicos hipsters

A esta altura do campeonato até a sua mãe já deve saber o que é um hipster e que você é um deles e não tem mais como fugir desta realidade. Mas não é só disso que não há como fugir, vamos lá para 7 sofrimentos típicos que um hipster pode passar:

1. Suas bandas favoritas não vêm ao Brasil. Algumas não saem nem do continente de origem.

Já ouviu Eisley?

2. Se você for para uma festa à fantasia de Princess Chelsea todo mundo vai achar que você está de Natalie Portman em Closer (e coisas semelhantes).



3. Você ri sozinho do Sou Hipster Namoro Playboy


4. Algumas coisas você só consegue achar no Brasil para vender depois que já estão irritantemente na moda. 

Sempre adorei colar de bigode!
5. Você quer fazer piadas e memes com coisas que só você conhece...

Pelo menos Gotye o povo conhece!


6. Você agora parece só mais um babaca que se encantou com a Adele no álbum 21.

I made up my fucking mind, ok?

7. Você também é classificado pela louca mania da sociedade fast-food de nomear, rotular e classificar qualquer coisa, apenas para achar que sabe lidar com ela. 


Se identificou com algo? Puro amor hein?
2leep.com

5 comentários:

Fred Fogaça disse...

Exatamente! Salvo pelas partes das bandas preferidas só. Alias, não sei se tenho bandas preferidas, that's so mainstream...

Danielle Pimentel disse...

Phew, I'm not a hipster. =)

Leandro disse...

Você é ótima, pena não ter tempo de postar mais coisas! um beijo!

Oficial de Ciências disse...

1 – E quando a maioria das suas bandas nem existe mais? Alguém ai conhece The Baker Gurvitz Army?
2 – Não é nem fantasia, eu tenho cabelos compridos, óculos de lentes grandes e circulares. De certa forma poder-se-ia entender tratar de inspiração em Lady Integral van Hellsing, do anime Hellsing. Mas falam que eu pareço com um cantor de uma banda que nunca ouvi e nem vi.
3 – Quando rio é sempre sozinho.
4 – A maioria das coisas eu nem acho para comprar no Brasil pois nem entram na moda, como aquele cortador de pizza no formato da USS Enterprise. Gostaria que ele entrasse na moda, daí eu poderia comprar.
5 – Não sou muito disso mas geralmente tenho que explicar todas as piadas que faço.
6 – Deste eu escapo! Não me encantei com ela. Tem uma ou duas músicas boas e que ficam realmente interessantes na interpretação dela, mas não é suficiente para encanto.
7 – O que tudo tem? Nome! E quase sempre antes do nome vem o rótulo. As pessoas gostam de rótulos, gostam desta simplicidade de olhar e acreditar que já entenderam de todo. Resposta simples geralmente baseada na crença sobre o rótulo e nem mesmo sobre a capacidade de tê-lo lido. De associar a algo que conhecem, para entender que conhecem, que dominam. E isso, infelizmente, não é um reflexo apenas desta sociedade fast food. É coisa de ser humano, e está ai desde que os seres humanos estão. Precisamos, na verdade, é de uma sociedade moderna que acabe com este conceito antigo. Mas as pessoas são caretas e tudo o mais...

E buscando algo de produtivo, sabe Jess, vi num outro post sobre pessoas falando que gostam do seu blog. Eu tenho um blog, sei da dificuldade que é, muitas vezes, postar ao menos uma vez por mês. Mas ao contrário do meu o seu já tem seu público “alvo”, e já tem acompanhantes, o que é interessante para quem escreve. Eu observo aqui que as pessoas comentam e isso é muito bom! E dentro disso eu penso que a estrutura técnica do comentário não é boa. Penso que seria mais interessante que as pessoas já postassem seus comentários e eles nem fossem moderados. Caso alguém poste algo realmente deletável, se pode deletar depois, mas talvez isso seja em menor quantidade que as pessoas que buscam comentar produtivamente e muitas vezes encontram na estrutura atual um modelo que as desestimula, até comprometendo algum andamento de diálogo sobre um tema específico. Considere pensar sobre isso e também em analisar a possibilidade de postagens periódicas, ainda que em tempos longos, tipo, de quinze em quinze dias, mas que realmente saiam no tempo “previsto”. É interessante que o público saiba que, naquele momento, podem entrar no blog que vão encontrar algo novo.

Ana disse...

Não sou hipster, não sofro.

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